Ufff… lá ganhámos! E se o ponta de lança marcasse golos? Já não digo aquelas jogadas mais complicadotas, com um um mais defesas pela frente, não. Só aquelas 3 ou 4 oportunidades cara a cara com o guarda-redes. Seria pedir muito?
E já agora, não há laterais esquerdos em Portugal? Ou mesmo não sendo laterais esquerdos de raiz, jogadores que saibam jogar à bola? Ou é preciso enganar um milionário russo e ser contratado por um valor que nada tem a ver com o talento futebolístico, para ser convocado para o lugar?
Andava a falar-se muito em energias alternativas nos últimos tempos. Os preços do petróleo no tecto, a multiplicação de estudos sobre fim do ouro negro (Peak Oil), os governos a indiciarem apoio à pesquisa e e investimento em alternativas e até as grandes marcas de automóveis a multiplicarem iniciativas e modelos de produção relacionados com a poupança do petróleo.
Andava a falar-se tanto destas coisas que, é isso mesmo, apareceu um estudo que diz que há petróleo até daqui a muito tempo. O que falta? Um estudo complementar que estabeleça que o petróleo que ainda não foi extraído é mais limpo do que que usamos actualmente… ou, simplesmente, que não tem qualquer influência no aquecimento global.
Quando foi do jogo com a Finlândia, essa potêncial mundial do futebol, disse que o empate seria um bom resultado. Depois perdemos com a Polónia. Agora, «Se não ganharmos ficamos numa situação horrível».
E se, em vez de um encenador com apetência para os tragédias… gregas, pago a peso de ouro, fosse contratado um treinador de futebol para treinar a nossa selecção?
Segue uma lista das coisas a que este humilde blog não dá resposta… ainda:
mulheres procuram omes
porque a caça aos ratos não e eficiente
presença de ratos e como evitá-los
porque existe a estação do ano Verão?
Porque existe a estação Outono
Porque existe Outono
TEMA SOBRE ESTAÇÃO DO OUTONO
como se divide as quatro estações do ano
Porque existe o Outono
Outono
paisagem outouno
porque é que Outono começa num determinado dia
tudo sobre a armação de aço
epoca furacões na republica dominicana
porque existe o ar
Porque é que esta lista tão bizarra é relevante? Por nenhuma razão especial. Apenas porque as pessoas que tão desesperadamente querem saber mais sobre este nosso universo em geral e sobre o Outouno em particular, andam a ser barbaramente enganadas por motores de busca incompetentes. E isso irrita-me. Porque as pessoas ficam chateadas por não encontrarem o que procuram e, de caminho, ficam logo contrariadas com o meu cantinho (quando em dúvida, começa a matança logo pelo mensageiro!). O mais engraçado é que há um brutal negócio de publicidade assente nestas tecnologias…
Fica o aspecto humorístico da questão: há pessoas que realmente acreditam que a internet lhes vai responder a questões tão filosóficas como “porque a caça aos ratos não e eficiente” ou tão matematicamente complexas como “como se divide as quatro estações do ano“.
Estava eu a acabar de me sentar confortavelmente no autocarro a caminho do trabalho quando, de repente, entrou um grupo de perto de 10 jovens negros com idades compreendidas entre os 12 e os 14 anos, a fazer uma grande algazarra e a posicionarem-se estrategicamente pelo veículo de forma declaradamente ameaçadora. Depois de muito alarido, acabaram todos por conseguir sacar um lugar para se sentarem.
As menos de 20 pessoas que já ìam instaladas, porque hoje era dia de greve e havia pouca gente, nem queriam acreditar no que viam: de repente não havia lugares vagos, tinham sido todos roubados da sua desocupação. No meio desta confusão toda, com gritos e gargalhadas, sinistras certamente, à mistura, ainda consegui perceber que eram liderados por uma senhora com não mais do 35 anos a quem chamavam de “setôra”!
Que pena que o meu telefone móvel não tem câmara fotográfica. Foi aliás esta, a única razão para os telejornais não terem todos aberto os seus noticiários com esta clara demonstração da insegurança que grassa pelas cidades do nosso país. Sabem como é, uma imagem vale mais que mil palavras. E sobre uma imagem podem inventar-se mais de mil histórias.
PS: para que não se esqueça o famoso não-acontecimento “arrastão de Carcavelos” e se rejeitem as novelas mexicanas que são os nossos noticiários e a mioria dos nosso jornais, aqui fica o link para um trabalho da Diana Andringa feito nessa altura e que eu considero ser uma excelente exposição da manipulação dos preguiçosos. Agradeço ao reaparecimento da edição portuguesa Le Monde diplomatique e à própria o artigo que escreveu de cuja secção de referências retirei o referido link.
PPS: “estar informado é cansativo” é uma citação retirada do artigo de Ignacio Ramonet, director do jornal, também neste novo nº.1
Já não há, ou não haverá em breve, lugares sossegados. Os telefones móveis vão finalmente deixar de ser inseguros a bordo dos aviões comerciais. A construção da frase é intencional e daria matéria para algumas considerações, mas estou vencido pelo cansaço que esta notícia me provoca. E pelo dia de trabalho também.
Talvez seja tempo de considerar aquele curso de mergulho de que tanto me falam.
Ora cá está a razão desconhecida e subconsciente para justificar a existência de tanta rotunda em Portugal.
Aqui, no entanto, não se poderia simplesmente eliminar os sinais luminosos porque o nível de cidadania ainda não é suficiente para que se espere que os “condutores se tornem mais conscientes da sua forma de conduzir”. É claro que a culpa de cada acidente que houvesse num cruzamento sem semáforo seria imediatamente atribuída ao Estado, ao Governo, à Câmara Municipal ou ao Instituto das Estradas por não terem ainda sinalizado devidamente o local. Daí que, a acrescentar aos motivos que já apresentei anteriormente para a existência das rotundas, acresce mais este, o de educar os condutores para uma condução mais consciente das regras e dos outros.
É um motivo inconsciente, mas como se vê, inovador já que apareceu bem antes de outros, em países sempre tidos como mais modernos, terem ideias analogamente brilhantes.
Isto é o que a comunicação em directo fez pelo jornalismo. Há uns anos, graças a Ignacio Ramonet (“A Tirania da Comunicação“), tornei-me não mais crítico, mas mais atento aos detalhes [2]. Obrigado.
[1] Em português: “Notícias aos vivo de um jornalismo moribundo”
[2] Não que neste caso em particular seja necessária muita atenção para se perceber o desperdício de live time com coisa nenhuma.
E se, de repente, um correligionário, grande, careca e completamente desbocado, que até há pouco tempo nem te queria ver pela frente lá no quintal dele, e se, de repente, ele te acolhesse no seu regasso e te chamasse de “meu grande amigo”? Será que isso é… impulse? Não deve ser, porque por muito mau que seja, há alguma dignidade no perfume barato.
Num mercado global, de concorrência feroz, como responder a isto?
Ocorreu-me a seguinte alternativa que dificilmente seria detectada e mais dificilmente poderia ser considerada crime, caso fosse desmascarada: McDiet. Um hamburger, ou uma família inteira de hamburgers, com substâncias dietéticas misturadas.
Só vantagens: quem gosta de junk podia comer sem engordar e as vendas iriam concerteza aumentar. Já para não dizer o bem que faria a alguns polícias que vemos por aí.