Arquivo de Janeiro, 2007

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O óptimo é inimigo do bom

Janeiro 21, 2007

Marcelo, o Professor, é realmente um génio brilhante. Acaba de apresentar ao vivo e a cores aquel que considero ser o mais brilhante argumento já usado pelos apoiantes do “Não” no referendo da IVG.

Segundo Marcelo, o voto “Não” justifica-se porque ele é contra a penalização das mulheres por interromperem uma gravidez antes das 10 semanas, às 10 semanas e um dia, aos 3 meses, aos 7 meses. Segundo o eminente Professor, ou lhe dão tudo, ou então que se lixem as mulheres, que fique tudo na mesma. É prisão com elas.

Palmas Professor, brilhante, genial! Uma lâmpada na escuridão. Fundida, como de certo muitas a verão.

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Menos tempo a sonhar, mais tempo a viver

Janeiro 9, 2007

O ano que agora começou (pensem Porto há uns anos atrás) até começou bem: duas ou três boas notícias a nível profissional e um possibilidade deliciosa a nível pessoal. Mas, passados que estão pouco mais de 9 dias (agora já usando como referencial a data comum para a passagem de ano) e já tudo foi “des-noticiado”.

2007 começa bem portanto, sem engodos, sem falsas expectativas, que duram sempre o tempo suficiente para se tornarem numa espécie de frustração ou desilusão ou outra qualquer versão de falta de vontade de sorrir, mesmo que por breves instantes. Aí está a primeira grande notícia, confirmada, do ano novo.

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Pensar devagar; agir depressa; decidir quando é mais difícil

Janeiro 7, 2007

Pensei em escrever um post sobre as minhas resoluções para 2007. Pensei nisso durante alguns segundos. Percebi então que não tinha tomado resoluções para 2007. Em vez disso tomei quase duas garrafas de champagne bem gelado e bem francês, como eu gosto.

A verdade é que concluí que não gosto de calendarizar a definição de resoluções Não faz sentido. Não faz sentido esperar por uma altuira específica do calendário para definir estratégias ou ajustar tácticas. Este ano, como tenho vindo a fazer desde o fim de 2005, vou continuar a resolver sempre que necessário e principalmente a eliminar o que não quero e não gosto. Esta é a minha resolução e tem vindo a resultar.

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Respostas inesperadas

Janeiro 5, 2007

Porque é que não escrevi nada neste último mês? Porque não me apeteceu!

O Natal e períodos limítrofes deixam-me profundamente aborrecido, por isso dedico-me com afinco a tarefas de estupidificação natural que mantenham as mãos ocupadas durante o dia e o corpo dorido na hora de ir dormir. São rituais. Tudo passa, tudo passará. O que se faz para amenizar toda a espera dolorosa é que conta.